Estudar jurisprudência é essencial para quem deseja garantir uma boa pontuação no Exame de Ordem.
Nos últimos anos, a FGV tem intensificado questões que cobram entendimentos recentes do STF e do STJ, especialmente em temas sensíveis como Direito Constitucional, Penal, Civil e Trabalhista.
Por isso, dominar a jurisprudência não é apenas um diferencial: é uma estratégia de aprovação.
A seguir, você aprenderá como iniciar seus estudos de forma organizada, eficiente e totalmente alinhada ao que realmente cai na OAB.
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Por que estudar jurisprudência para a OAB?
A jurisprudência aparece com frequência tanto na 1ª quanto na 2ª fase, principalmente quando envolve interpretação atualizada de temas clássicos do edital. A FGV costuma trabalhar questões contextualizadas, trazendo situações hipotéticas que exigem o conhecimento do posicionamento consolidado dos tribunais superiores.
Além disso, acompanhar decisões recentes ajuda você a:
- Entender a aplicação prática da lei
- Interpretar questões mais complexas
- Evitar erros baseados em entendimentos ultrapassados
- Aumentar seu desempenho na hora de fundamentar peças e questões discursivas
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Como começar a estudar jurisprudência para a OAB?
Comece pelo básico: selecione apenas o que realmente cai
Não é necessário estudar todas as decisões do STF e do STJ. O foco deve ser em jurisprudências repetidas em provas anteriores, temas de repercussão geral, súmulas relevantes e decisões que impactem diretamente o conteúdo do edital.
Dica prática: consulte provas recentes e marque quais temas se repetem. Normalmente, decisões sobre direitos fundamentais, controle de constitucionalidade, prisão preventiva, responsabilidade civil e contratos caem com frequência.
Use resumos organizados e materiais direcionados
Os tribunais divulgam informativos, mas eles podem ser extensos demais para quem está começando. Prefira materiais filtrados: mapas mentais, revisões direcionadas e compilações específicas para OAB. Isso poupa tempo e evita sobrecarga.
Se possível, mantenha um caderno exclusivo para jurisprudências divididas por disciplina. Assim, você revisa de forma rápida e constante.
Priorize o entendimento e não só a memorização
A FGV raramente cobra a “palavra exata” do acórdão. Ela prefere que o candidato entenda o raciocínio adotado pelos tribunais.
Pergunte-se sempre:
- Qual é o problema jurídico?
- Qual foi o fundamento do tribunal?
- Como essa tese se aplica na prática?
Esse método facilita a retenção e melhora o raciocínio jurídico para a prova.
Atualize-se só até um certo ponto
Para evitar excesso de informação, estabeleça um limite temporal. Uma boa estratégia é acompanhar decisões relevantes dos últimos 12 meses, a não ser que um tema seja extremamente recorrente e ainda não consolidado.
Definir um período de estudo ajuda a evitar ansiedade e mantém o foco naquilo que pode realmente ser cobrado.
Reforce com questões comentadas
A melhor maneira de fixar jurisprudência é ver como ela aparece na prática. Resolva questões da FGV que mencionem entendimentos do STF e STJ. Observe o estilo de cobrança, as pegadinhas e o nível de detalhamento exigido.
Esse treino desenvolve a leitura jurídica e melhora a velocidade de resolução.
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