O Superior Tribunal de Justiça (STJ) passou a adotar a designação “advogada” nos crachás de identificação para acesso ao tribunal. A medida foi implementada após solicitação do Conselho Federal da OAB.
A alteração representa um avanço no reconhecimento da identidade profissional feminina na advocacia, alinhando a nomenclatura utilizada à realidade da classe. Atualmente, o Brasil conta com mais de 750 mil advogadas inscritas na Ordem.
Segundo a OAB, a adoção do termo no feminino reforça a importância de uma linguagem institucional mais representativa, além de promover o respeito às profissionais em todos os espaços de atuação.
O que muda com a decisão do STJ de adotar termo “advogada”
- Inclusão da designação “advogada” nos crachás;
- Medida adotada após reivindicação da OAB;
- Reconhecimento formal da identidade profissional feminina;
- Alinhamento com a realidade da advocacia brasileira.
Medida reforça reconhecimento na advocacia
A iniciativa do STJ acompanha um movimento mais amplo de valorização da presença feminina no meio jurídico.
Para a OAB, ações como essa contribuem para consolidar uma linguagem mais inclusiva e institucionalmente adequada.
A entidade também afirmou que seguirá atuando na defesa dos direitos das mulheres, buscando garantir respeito, representatividade e igualdade no exercício da profissão.
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